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Marta Veloso
Adorei a série Dark , na Netflix. 
Completamente original, fora da caixa, cerebral, conheço quem a tenha assistido com papel e caneta ao lado, de tantos os pormenores que desatam os nós da trama. 
Agora, chegou 1899, uma série que se podia chamar "Torre de Babel Flutuante", sendo que se passa num navio que leva emigrantes europeus dos mais diversos países para Nova Iorque.
 A base do enredo tem  alguma verdade, uma vez que houve de facto um boom na emigração para os Estados Unidos nessa época e também é facto que nem todos os navios chegaram ao seu destino, tendo sido um mistério desde sempre. 
Os criadores de Dark, decidiram então " explicar" por meio de universos paralelos , muito mistério, suspense, mortos a rodo, o que poderá ter acontecido . 
Obviamente que numa versão bastante alternativa e de nos por os neurónios à porta do médico de família para pedir baixa, sendo que quando achamos que percebemos algo essa descoberta não é mais que um novo mistério. 
Interessante? Sim. Tão bom quanto Dark? Nem por sombras. No entanto, conta com actores conhecidos , sendo que um deles é português e parabéns, não é sempre que colocam um português a fazer de português.
 A ele,  ao jovem José Pimentão, faço -lhe uma vénia, porque sabe ser irónico e muito " tuga" com as bocas que vai mandando ( e que mais ninguém percebe já que por ali se fala polaco, alemão, espanhol, inglês, mandarim, etc) e muito convincente nas cenas dramáticas. 
Valeu por isso. Agora, aguardam-se mais temporadas. Logo agora que estava a começar a gostar...

1899




Deus do Céu, eu seriólica assumida confesso que em vários anos de vício nunca, em tempo algum me custou  tanto a entender uma série como em Dark. 
A primeira temporada foi uma surpresa incrível, uma série completamente intrigante, psicológica que nos faz pensar até à exaustão para perceber que aquela personagem é pai do avô e sobrinho da namorada, uma confusão tremenda mas que conseguimos entender. Não é bem como disse mas está lá perto. 
É incrível porque muitas pessoas com quem falei referem ter visto a série enquanto iam apontando as relações familiares dos protagonistas. 
Se ainda não viste a série, esta é a altura para deixares de ler este post porque vai haver spoiler!

A história começa por nos relatar uma série de desaparecimentos numa pequena cidade que se prepara para receber uma Central Nuclear. 
 Um grupo de jovens, intrigado, parte à procura de respostas pela floresta e é encontrado o corpo de uma criança que aparentemente teria falecido há horas, criança essa que desaparecera há 33 anos... 
A primeira cena ainda, é a de  um suicídio de um homem, pai de família, morte essa que é justificada por  problemas psicológicos  que o faziam permanecer  em casa. 
Acontece que... ( ainda estás a tempo de largar este post) se descobre bem mais tarde que este homem foi raptado naquele ano, levado para 1986 ou seja ele sabe que algures em 2019  o seu outro eu vive com os pais biológicos...
Achas confuso? Garanto - te que vais adorar. 

A terceira temporada 

Não gostei especialmente. Acho que os argumentistas estenderam demasiadamente a história, alongaram e prolongaram para além do necessário para se resolver tudo no último episódio que, claro está, é o melhor de toda a temporada. Deixaram algumas pontas soltas que tendo  em conta que esta seria a season finale não seria de esperar. 
Corre para a Netflix e depois conta - me tudo!

Noah

À semelhança do post que fiz há algumas semanas, trago-vos mais séries que poderão  ser do vosso interesse , com a minha mais sincera opinião.

Vis a Vis

Não foi de todo fácil começar esta série. Não me prendia minimamente, e foi a custo que passei a primeira e segunda temporadas. O ambiente doentio numa prisão feminina é um tema que me incomoda, talvez pela noção que mais uma vez a ficção tenta imitar uma realidade nefasta.
A partir da terceira temporada adorei, vibrei com cada episodio e já me considero muito aficionada da série. Quem ainda não viu, recomendo paciência porque a série está muito bem pensada e não há injustiça que dure sempre. 





O tempo entre costuras 

Mais uma série espanhola incrivel, que nos transporta a uma altura em que se começava a trabalhar em criança. Uma costureira comprometida que se apaixona por um homem que a convence a recomeçar a vida em Tânger. 
Uma história de espionagem , amor e amizade. Apaixonante, viciante baseada em factos verídicos. Parcialmente gravada em Portugal.




Elite

No início achei a série tremendamente confusa. Detesto quando começam pelo fim e temos que ir adivinhando sobre o que se vai passando. Primeira temporada assim, a segunda foi igual no entanto bem mais fácil de entender e disfrutar. Uma escola pública é destruída e três estudantes são colocados no melhor colégio privado, no meio de uma Elite que os despreza.  Crime, preconceito e luxúria num enredo bastante interessante.





Toy Boy

Confesso que quando comecei a ver esta série não dava nada por ela. Um stripper é preso depois do marido da sua amante aparecer morto ao seu lado.
 Passam 7 anos e uma advogada aparece para o soltar. Apesar do início da história , a mesma anda à volta de duas famílias poderosas de Marbella , da luta entre elas , da sua falta de escrúpulos e da luta pelo poder. Recomendo vivamente. Crime, amor, preconceito . Jesus Mosquera,  jogador de futebol é o protagonista, e a serie é produzida pelos produtores de La Casa de Papel.


Foi preciso consumir quase todas as grandes séries da Netflix para me debruçar finalmente na tão falada The 100, aclamada por tantos e referida como uma das mais viciantes séries.
Confesso que, passando o primeiro episódio que não me pareceu nada cativante, a história começou a fluir, e comecei realmente a gostar do que ia vendo.
Para quem não viu, tentarei situar-vos, sem spoilers.
A série é passada no futuro. O nosso planeta foi dizimado devido aos níveis de radiação e foi criada uma nave espacial chamada " A Arca" preparada para salvar a espécie humana por centenas de anos.
No entanto, o oxigênio começa a falhar e todos os castigos dados na nave passam por ejetar quem comete delitos e, no caso dos jovens prendê-los.
Devido à falta de oxigênio, o Chanceler da nave decide livrar-se desses prisioneiros enviando 100 deles para a Terra, mesmo na incerteza que seja possível a sobrevivência no planeta.
São 6 temporadas de suspense, batalhas, mortes,  instinto de sobrevivência que merecem ser vistos.
E uma mensagem subliminar que o nosso planeta está à beira do colapso, só que, infelizmente não temos uma Arca à nossa espera para  preservar a nossa espécie.
Está série tem atores incríveis, que dão vida a personagens inspiradores, e outras que nos fazem querer entrar na tela e dar uma surra. 
Recomendo! 





Olaaaaaaaaaaaá!
Tenho andado mais afastada das redes sociais porque a minha vida anda uma correria, e ando cansada, e por vezes é preferível não escrever nada que me obrigar a escrever sem trazer novidade alguma.
Pois este fim de semana foi rico em séries .
Sexta feira foi finalmente lançada a terceira temporada de La Casa de Papel e eu como fanática pela série que sou devorei-a non stop, aproveitando que o pequenino estava no pai .

Confesso que antes de começar a ver não me sentia muito entusiasmada mas as minhas influencers favoritas ( as amigas) estavam tão entusiasmadas que em menos de nada estava colada a ver a série e a entender mais uma vez porque nos vicia tanto.
O assunto podia estar gasto, podíamos já ter visto tudo no entanto, quem escreveu a série sabe MESMO como nos agarrar ao ecrã. Chega a parecer hipnotismo. 
Novas tramas, personagens que enriquecem o enredo e, vale muito a pena ver esta que agora é uma história de assalto ao ouro espanhol.

Depois desta série fiquei com vontade de ver a quarta temporada, que ainda não existe! Andei pela Netflix , pelo meu grupo de séries no Facebook e tropecei numa série sobre o cantor mexicano Luis Miguel. Sempre gostei de séries biográficas e não tinha qualquer expectativa nesta série, mas admito que passados dez minutos  quase não piscava os olhos de entusiasmo.  Uma série cheia de mistério, drama e ao contrário do que pensei nada corriqueira. Surpreendente. 

Li imensas críticas sobre a série The Dark antes de me decidir a vê-la. Uma série alemã, mais uma vez com um argumento brilhante, com partes um pouco confusas para quem tem memória de peixinho como eu que às tantas já não se lembra bem das ligações entre as personagens.
No entanto, engloba ficção científica, apocalipse, num drama misterioso muito bem arquitetado .
Gostei muito mais da primeira temporada. No entanto é este o meu tipo de séries. Recomendo vivamente.
Fala de viagens no tempo, numa pequena cidade alemã, e nas ligações entre os membros  da mesma, todos eles com bastantes segredos.

Tudo, na Netflix.


Quem aprecia séries e filmes da Netflix não pode perder este que é um filme completamente diferente do que estamos habituados.
Considerado um thriller de terror psicológico, não tem monstros ou vampiros mas, mostra- nos a realidade de uma mulher com um filho com autismo que o impede de ter uma vida normal. 
A mulher está grávida, o marido viaja muito e o apoio que dá é quase nulo... até ao dia em que esbarram com uma senhora que misteriosamente parece acalmar a criança...
Imperdível, e quanto a mim angustiante... talvez por parecer tão real.
Na Netflix, ficção em espanhol.



Estamos preparados para a morte dos nossos ascendentes, por muito que nos custe, sabemos que, todos morreremos um dia.
 Não sabemos a nossa data de validade, nem a dos que mais amamos. Mas nunca, em tempo algum, estaremos preparados para desconhecer o paradeiro das crianças, as nossas, e as dos outros.
A verdade é que é um assunto que preferimos nem falar. 
Crianças desaparecidas, redes de pedófilos. Somos capazes até de por em causa a sanidade de quem dedica a vida a lutar contra esse mal e tem que se embrenhar a fundo na deep web, em sites com imagens que nem pretendo tentar imaginar, por serem para mim, que sou apaixonada por crianças, doloroso e traumatizante.
Esta nossa incapacidade de conseguir assimilar que as redes de pornografia existem, assim como existem detentores de crianças para o abuso sexual  é uma entrave na luta  contra este  cancro da nossa sociedade. 
Temos que acordar para a vida!
 Doi, custa, fechamos os olhos para não sermos magoados nem termos qualquer pensamento incomodativo ou nos colocarmos no lugar dos pais destas crianças ( os inocentes, porque infelizmente existem muitas crianças exploradas pelos progenitores) esquecendo que se nós podemos fechar os olhos à realidade, as crianças reféns desses monstros não o podem fazer.
 Se nos sentimos traumatizados de apenas pensar, uma criança de 2 ou 3 anos, carregará uma dor emocional e psicológica crónica e, em muitos casos pode tornar- se também ela agressora.

Custa- me. Custa- me horrores a forma cobarde e egoísta como a maior parte das pessoas tem de lidar com isto ( eu incluída).
É perturbador ter esta realidade presente, mas não menos perturbador é saber que existem inocentes a sofrer disso e  estar rodeado de uma sociedade negligente e inerte . Evitar este tema ( tabu) que é a  pedofília permite que  estes casos continuem a acontecer em silêncio, enquanto enterramos a cabeça e fingimos que este flagelo não se passa no planeta Terra.
As penas por abuso sexual de menores são anedóticas. Há quem leve 1 ano, quem leve 6, e, acabam por sair com dois terços da pena cumprida.
Perdoem o desabafo mas, antes de iniciar o assunto que vos trago hoje, tinha que escrever isto.
Pedir- vos que se preocupem. Que não finjam que não existe. Que não se manifestem apenas quando estes casos forem tornados públicos num qualquer post do Correio da Manhã. 
Tal como na violência doméstica, também aqui temos muita culpa, porque não damos a relevância que este tema sensível exige. 
Enquanto houver uma criança a sofrer abusos, vale a pena falar, manifestarmo- nos contra, mostrar repúdio e interesse em que existam penas mais severas para este tipo de crimes. 

O Desaparecimento de Madeleine Mc Cann


Tal como a maioria de vós, tive até hoje uma certeza absoluta de que os pais, Kate e Jerry tinham sido os culpados pela morte de Madeleine. 
Até que hoje, ao entrar na Netflix me deparo com um documentário dividido em episódios que mostra relatos de todos os intervenientes do caso, e me apercebo que muito provavelmente foram mais vozes que nozes.
Ao contrário do documentário sobre os alegados abusos de Michael Jackson, que achei fraco e  mal fundamentado, este traz- nos factos que o grande público desconhecia. 
Em que se baseou a polícia para acusar o casal? E Robert Murat? 
Não quero privar- vos de verem esta série dando- vos spoiler, mas aconselho  a ver. 
A série não se limita a falar na Maddie. Fala de Rui Pedro e na falta de recursos com que o seu caso foi tratado, na forma de agir da Polícia Judiciária em relação não só ao caso de Maddie como ao de Joana Cipriano,  pondo em dúvida a idoneidade desta instituição. 
Vi todos os episódios e o desespero é algo crescente. A dúvida que instala dentro de nós. Mostra- nos a fragilidade deste país e no fundo, embora que metaforicamente descreve-o  como um paraíso para pedófilos, assassinos, e o crime no geral.
Depois de ver isto, sinto- me chocada, seriamente desiludida com toda a informação que tinhamos como certa. Depois de ouvir os intervenientes neste caso, dou conta do circo mediático que foi feito à volta dele, e tenho cada vez mais a certeza que a teoria de que o sigilo a que a nossa polícia e justiça usa enquanto tenta desvendar os acontecimentos, agravou mais que solucionou o que quer que fosse.
Madeleine desapareceu em 2007. 
Mas não foi apenas Maddie que desapareceu... 


A série chama- se 
“ O desaparecimento de Madeleine Mc Cann “ e podes vê-la na Netflix.



Confesso que no início me aborreceu de morte, mas depressa me apaixonei pelas aventuras e peripécias das aias de Mary Stuart, Rainha da Escócia. A série baseia- se na sua curta vida mas não me consegui apaixonar pela personagem principal. Adoro os enredos secundários, as intrigas, paixões e romances das suas amigas, com contornos quase novelescos e pelo que sei um pouco longe dos factos históricos. Ainda assim, é viciante, estou na segunda temporada, a devorar cada episódio. O guarda-roupa feminino parece retirado de uma gala dos Óscares, muito mais que da Idade Média. A banda sonora é magnifica e bastante envolvente. Estou a gostar muito e recomendo!


Continuo a consumir avidamente séries. No entanto, já comentei por aqui que desde Bates Motel nenhuma outra me conseguiu prender na totalidade.
Aconselhada por uma amiga, vi Broadchurch, uma vez que ela tem gostos muito parecidos com os meus. E realmente esta é uma série com um enredo surpreendente.
Uma pacata vila em Dorset, Inglaterra, acorda com a notícia que foi encontrado um corpo de uma criança na praia. Os detetives não vão sossegar enquanto não encontrarem o assassino. Porém, esta busca irá fazer cair por terra a aparência de vila pacata, e vão se descobrindo os segredos mais sombrios de todos.
Surpreendente, disponível até à terceira temporada na Netflix. A primeira e segundas foram as minhas favoritas.

Há alguns anos comprei o livro “ Outlander”. 
Estava numa fase de leitura compulsiva, e quantas mais páginas um livro tivesse, maior a possibilidade de o comprar.
Li- o em três dias, surpreendida com o enredo.
Da Netflix chega-nos uma série baseada neste livro. E é de perder o fôlego.
Na minha opinião, as histórias perdem- se quando adaptadas para o ecrã. Perdem detalhes importantes. Esta série é a exceção.
Uma enfermeira casada que atravessa sem querer o portal do tempo, indo até ao século XVIII onde apaixona por um escocês ( lindo de morrer).
O melhor não é apenas a história de amor, mas todo o relato da história europeia, com grande foco na da Escócia. Violência, sexo, drama, e momentos de  muitas gargalhadas numa que é para mim das melhores séries da atualidade. Uma mulher casada com dois homens, um deles no seu tempo real e outro no passado.
Algumas das maiores figuras históricas como o Rei Sol numa trama muito bem sucedida.



Já escrevi por aqui que de vez em quando pauso para fazer maratonas de séries, ou, como diz uma amiga, morro para a vida.
A Netflix trouxe a possibilidade de ter disponíveis varias temporadas sem termos que esperar uma semana pelo próximo episódio, o que é tudo de bom.
Sou apaixonada por thrillers, embora as minhas séries favoritas até agora tenham sido Bates Motel e Haunting Hill House. 
Riverdale tem sido uma enorme surpresa, positiva.
Muito mistério, ação e trama numa serie que junta ex adolescentes dos anos 90, como Luke Perry, fazendo agora o papel do pai de um dos protagonistas.
Homicídios em série, gangs e drogas são temas de destaque.
O que tenho mais adorado nas séries do momento é a forma depreconceituosa que se começa a lidar com a homossexualidade, naturalmente, sem alarido. É admirável como alguns argumentos ajudam a sociedade a aceitar situações que há muito deviam ter sido ultrapassadas, sem fazer disso estandarte. Muito bom!
Recomendo vivamente!


E o filme mais falado do momento é o Bird Box, ou “ Ás Cegas”, como está traduzido para português na Netflix.
Se ainda não viste, talvez seja melhor parares de ler por aqui.
Bird Box conta com a participação de Sandra Bullock, que aos 54 anos continua fantástica, na minha opinião ainda mais bonita que no início da sua carreira.
O filme é sobre um misterioso ataque na terra de algo que se desconhece , que, quando visto, faz com que pessoas de todo o Mundo se suicidem.
Podemos então, ver as personagens de venda, a evitar contacto com outros seres humanos, resguardados no interior de uma casa.
John Malkovich aparece nesta trama, em que Bullock acaba por fazer uma travessia com duas crianças em busca da salvação.
Embora algumas pessoas se refiram a este filme como sendo de Terror, não consigo classificá- lo dessa forma. Tem suspense, muitas mortes, e lembra o filme baseado no Ensaio da Cegueira de José Saramago.


You é uma série despretensiosa sobre um jovem que trabalha numa livraria e o Amor.
Altamente viciante e surpreendente, une suspense, crime e intriga numa história que podia ser a de qualquer um de nós, focando temas bastante atuais como as redes sociais nos relacionamentos modernos, violência doméstica, e muito mais.
Joe é um órfão que acredita no amor, e que decide eliminar permanentemente todos aqueles que ousam cruzar o seu caminho, dando origem a uma série de crimes . A série é tão envolvente que nos apanhamos em certas cenas a desejar que o protagonista mate algumas das personagens.
Disponível na Netflix.



Comecei a ver esta série quase por acaso. Vi no instagram de uma amiga um print, com o ator principal que é também o protagonista da serie “The Good Doctor”, pensei que fosse uma nova temporada e andei dias à procura, até que desisti e perguntei onde tinha ela encontrado a serie. Imediatamente fui esclarecida. O protagonista era o mesmo Freddie Highmore, a série,era outra.
Como acho o ator muito convincente no seu papel em “The Good Doctor” ,comecei a ver e... poucas semanas bastaram para que morresse para o Mundo e visse as 5 temporadas da série.

É perfeita para quem gosta de suspense, um triller psicológico dos melhores que já vi.
Não é  daquelas séries chatas que temos dificuldade em nos mantermos atentos.
De prender a respiração do primeiro ao último episódio.
A história de Norma e Norman Bates, e do seu recomeçar de vida numa nova cidade.
Crime, amor, sensibilidade . 
O argumento é incrivel, e o realizador conseguiu fazer com que quase nos identifiquemos com as personagens principais, afinal, todos somos filhos, todos temos ou já tivemos mães.
Uma surpresa , e provavelmente das melhores séries, senão a melhor a que já assisti.
Na Netflix.
Bates Motel.

Quatro rapazes e uma rapariga, numa pequena vila norte americana, o que terão em comum? 
Esta série é repleta de mistério, suspense e conspiração  .
Vi a primeira e segunda temporadas em poucos dias e gostei imenso. 
Tudo começa quando um rapaz do grupo desaparece. A vila inteira junta-se para encontrá-lo. 
Winona Rider protagoniza esta série, e é a mãe coragem desta série, não desistindo de encontrar a criança, mesmo quando todos começam a duvidar da sua sanidade mental.
Por outro lado, aparece uma menina, que fugiu de um hospital onde se praticavam experiências científicas. 
Não vou dizer muito mais, ou perderá toda a piada. Stranger Things, na Netflix.


Quem me conhece, sabe que sou completamente obcecada por duas séries : Mentes Criminosas
e The Good Doctor.
Não fujo muito a isto, gosto de séries que me obriguem a puxar pela cabeça, que me ensinem alguma coisa, tenho saudades do Dr House e dos seus dilemas.
Quando comecou a Guerra dos Tronos não quis ver.
Não me queria viciar numa série .
 Observei a loucura de todos e recusei- me sempre a ver.
Lembram- se dos Pilares da Terra?
 Estava sempre à espera da sexta feira para ver mais um episódio.
Depois, comecei a ouvir falar sobre La Casa de Papel.
Não sei explicar porque razão fui ver o primeiro episódio.
Fui imediatamente para a página  dizer que aquilo não tinha ponta por onde se pegasse.
 Entretanto vi o segundo, continuei a achar exatamente o mesmo.
Após o terceiro episódio não sei que (bruxedo) se passou, sei que via aos 6 episódios seguidos. Eu e os meus filhos. Num fim de semana claro.
Não vou contar o final.
Posso apenas dizer- vos que um homem, se dá pelo nome de Professor, junta um grupo de ladrões, cada um com a sua especialidade, e decidem assaltar a Casa Da Moeda Espanhola.
O segredo do sucesso desta serie é a forma como nos apaixonamos e criamos empatia com a história de cada “ bandido” .
Risos, choro, muita emoção, suspense, é o que vos espera nesta que é das melhores séries de sempre.
Os atores foram escolhidos a dedo, desde o diretor do banco , o “ Arturzinho” ao interessantissimo mas não menos psicopata Berlim.
Assistam..
É imperdivel.



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